Call of Duty: Black Ops

Treyarch faz bonito, mas não consegue inovar

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FIFA 11

Muita comparação e pouca superação

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Need for Speed: Hot Pursuit

Need For Speed: Hot Pursuit praticamente repete o jogo, mas não o sucesso

Analise: Need for Speed: Hot Pursuit Titulo da Imagem

Analise: Mass Effect 3 - PC

Produção e distribuição: Bioware/Eletronic Arts

Também disponivel para: X360 e PS3

Genero: Action - RPG

Status: Não há concorrente exato para o genero


Lançamento: 06 de março de 2012






O "fim" de uma saga


Desde quando foi lançado o primeiro Mass Effect em 2007, o game conquistou muitos fãs de ficção cíentifica e de jogos de ação/rpg, logo em 2010, uma sequencia foi lançada, sequencia que superou o primeiro em todos os sentidos. Mass Effect conta a história do Comandante Shepard e sua luta contra os Rippers, uma raça muito superior em ponto de vista tecnologico. Mass Effect 3 veio com uma "simples" premissa: Dar o fim a fantastica história de Shepard...









Que a campanha siga!


Uma das grandes boas escolhas que a série fez desde o inicio foi o esquema de importação de personagem, ou seja, você pode jogar a série desde o inicio com o mesmo save, se você jogou o primeiro Mass Effect, pode importar para o segundo game da série e importar esse mesmo save para Mass Effect 3 e jogar a partir das escolhas feitas. Claro que não é possível fazer com que todas as escolhas do jogador nos dois jogos anteriores da série sejam relevantes, porem, o jogo importa as mais importantes alem de claro, a relação que você tinha com os membros de pelotão.


Excelente modo campanha


O modo campanha de Mass Effect 3 enfatiza a guerra. A invasão da galaxia pelos Rippers, o ataque a terra e a luta de todas as raças contra o mesmo inimigo: Os Rippers. Como não é novidade para jogadores da série, existem raças e raças presente no jogo, e o objetivo do jogador é convocar quantas ele conseguir para os ajudarem na baralha contra os Rippers. Porem, isso não é uma questão diplomática, há outras guerras acontecendo, guerras menores entre raças, e o jogador por muitas vezes, terá que escolher um lado nessas guerras - escolher entre duas raças amigas - e ainda, lidar com a consequencia daquela decisão;
Essas escolhas são importantes, pois muitas delas, alem de ter consequencias na batalha, definem o final do jogo e também pode definir o pelotão que você controla, nem sempre ajudar uma raça lhe rende um aliado, então, essas escolhas tem que ser tomadas com muito cuidado. É melhor ajudar uma raça de muita força bruta ou uma tecnologicamente superior? Você escolhe; Algumas ainda oferecerão seus melhores tecnicos para a construção de um dispositivo, e isso também influencia no resultado final;

Quanto maior a força do jogador - essa força é representada por pontos, cada raça tem seus pontos, e eles aumentam conforme você os ajudam - mais forte o seu lado da guerra se tornará, o que também pode mudar o final do jogo. Então, esteja sempre atento a sua decisão, elas podem mudar o mundo!



Jogo pra todos


A Bioware fez algo diferente mas muito interessante no game: A adição de diferentes tipos de gameplay. Há o modo History, são para jogadores que preferem uma história do que um combate mais duro, então, os combates são mais faceis, o jogador passará facilmente pelos combates, há também o modo Action, que é oposto ao anterior, enfatiza a batalha, os dialogos ficam mais diretos - é, ficam mais diretos do que já são no modo normal - e também, há o modo normal, que é como os jogadores antigos da franquia estão acostumados, dificuldade de batalha personalizável e modo RPG completo. 

Apesar de ser algo muito bom e interessante para fazer de Mass Effect 3 o jogo mais acessível possível, isso trás seus efeitos negativos - o que está explicado mais abaixo - porem, há de enfatizar a boa ideia da desenvolvedora do jogo... Vale lembrar que se você importou o save do Mass Effect 2, você é automaticamente setado no modo "normal";


Padrão técnico de sempre


O Padrão de qualidade de muitos aspectos da série foram mantidos. A qualidade dos efeitos sonoros e da dublagem são excelentes, juntando com a ambientação e os gráficos do game, marcam um padrão inquestionável da franquia. Criar vários personagens, de diferentes raças, de diferentes culturas, colocando isso de forma convincente como a Bioware faz é digno de mestre. 

Você lida com diversas raças durante o jogo, cada uma com sua cultura, com sua crença, seus costumes, seus defeitos e qualidade, seus inimigos... Tudo isso fica de uma forma muito natural dentro do jogo, criando um ambiente perfeito para a saga. Há uma grande diferença em lidar com criaturas mais brutas - como os Krogan- e lidar com raças bem mais amáveis - como as Asari - ou ainda tecnologicamente avançados - como os Geth - só demonstram o nível de profundidade da série;

Isso sem falar da história do game, que apesar de ser de simples entendimento, é muito complexa para jogadores que gostam de uma boa história. Então, como é obvio, é praticamente obrigatório para o jogador, passar pelos jogos antigos da franquia antes de aportar no terceiro jogo, afinal, pegar um bonde como Mass Effect andando é um prejuízo gigantesco para qualquer gamer.


Novas armas, equipamentos...


Velho conhecido da série, é o sistema de personalização de itens. Ao pegar uma arma, você pode evoluir ela no arsenal [na qual muda a versão da arma] e pode também fazer upgrades de forma mais precisa, como aumentar o pente de balas, aumentar o limite que o jogador consegue levar, aumentar o dano, como também, aumentar a precisão, cadencia do tiro... 

Há também a velha troca de tipo de munição, mais do que nunca, o jogador vai precisar escolher o tipo de munição contra os inimigos, afim de ser o mais danoso possível. Em muitos inimigos, o ideal é usar munição criogênica, mas em outros inimigos essa já não é a melhor escolha, ou outros que são protegidos por armaduras, escudos, tudo isso altera o dano que o jogador pode fazer com um tipo de munição;

Há também os poderes tecnologicos, drenagem de energia, onda de choque, replicação, enfim, há diversos poderes - alguns exclusivos de cada raça - e ainda podem ser melhorados, afim de fazer o mais dano quanto possível.


Velhos conhecidos




Alem da continuação da história a partir de seus pontos, outra grande vantagem de importar o save durante os jogos é o fato da relação entre o jogador e os antigos companheiros serem mantidas. Então, alem dos companheiros novos, o jogador pode recrutar muitos companheiros antigos, dependendo claro, do fato de estarem vivos nos saves anteriores. Outros deles infelizmente, não são recrutáveis, você pode ajuda-los em algumas missões, mantem a relação que tinham antes, te fazem favores, mas nada que envolva recruta-los. Isso era previsivel, mas o jogador pode não gostar, afinal, possivelmente, um ou outro personagem que o jogador tinha muita simpatia no jogo anterior pode vir a não fazer parte da sua equipe.



Sistema de cobertura


Apesar de seus pontos positivos e de algumas melhoras quanto a jogabilidade do segundo jogo, algo que a Bioware não conseguiu trabalhar muito bem foi o sistema de coberuda do jogo. Talvez o grande responsavel disso seja o sobregarramento de uma tecla só para fazer varios comandos... Ao teclar espaço, o jogador pode saltar, entrar em modo cobertura e correr, tecnicamente, tudo funciona bem, porem, em diversos momentos - principalmente em níveis maiores de dificuldade - na qual a morte é iminente, não é nada comum o jogador tentar entrar em modo de cobertura e Shepard responder com um salto. 
Isso fica mais persceptivel em momentos de desespero, na qual o jogador já se encontra sem escudos e apenas com a vida do personagem, a diferença entre um salto e entrar em modo de cobertura, sempre decidirá sua vida, e caso Shepard responda com um salto, se prepare para voltar ao checkpoint anterior;

Outra opção que temos quando estamos sob alto fogo é fugir o mais rápido possível e sair da zona de visualização do inimigo, o grande problema disso é que, ao correr para longe dos inimigos, qualquer ponto de cobertura que você encontrar pelo caminho, é bem provavel que Shepard se proteja lá, na qual estará totalmente exposto e também levará muitos tiros, o que, em momentos díficeis, pode também levar a morte do jogador. Por mais que você aprenda a lidar com todo esse sistema mediano de defesa, uma hora ou outra tudo vai dar errado e você acabará morto;


Modo RPG limitado

De um modo geral, em Mass Effect 3, temos algumas melhoras no Gameplay ou pelo menos, a qualidade foi mantida, o que não acontece com o modo RPG do game. Os diálogos do jogador foram incrivelmente reduzidos, onde antes apareciam 4 opções ou mais, agora se resume a duas, que não dão aquele impacto que dava antigamente na série. Isso quer dizer que, por mais distinto que o jogador queira ser, ele está preso a um curso, claro que o jogador ainda pode optar por ser Renegade, mas Shepard está bem mais preso nisso agora, por mais que você queira ser mais "ruim".

Isso quando há opção nos diálogos, porque muitos deles se tornaram dialogos unicos, ou seja, você faz uma escolha no inicio da conversa e a partir de então, toda a sequencia de falas será automatica e você está limitado apenas a ver o que vai acontecer a partir da escolha inicial, ou ainda, em muitos momentos, nem isso há, há apenas o inicio do dialogo - que não apresenta nem opção de encarar de uma forma mais bruta ou respeitosa - e se segue diretamente, como se fosse uma CG;




A série Mass Effect sempre teve seus jogos entre os melhores lançamento do ano, e com Mass Effect 3 não seria diferente. Mass Effect 3 é parada obrigatória para os fãs da franquia, e pode ser uma boa indução, caso o jogador ainda não conheça os outros jogos da série. Segundo a propria Bioware, Mass Effect 3 fecha a trilogia, mas este provavelmente não será o fim da série;

Se você é fã de ficção cíentifica, jogos de ação e elementos RPG, ou, se você é um Gamer que não é fã do genero mas gosta sempre de novas experiencias, Mass Effect 3 é mais do que recomendado pra você...


[PC] Analise - Deus Ex Human Revolution

Analise: Deus Ex: Human Revolution

Produção e distribuição: Square Enix

Também disponivel para: X360 e PS3

Genero: RPG/Ação/Stealth

Status: Não há concorrente exato para o genero



Não é novidade constatar o trabalho que é, para qualquer desenvolvedora criar seus jogos, a demanda de tempo e dinheiro é sempre alta, assim como também, os prazos para lançamento. Normalmente, as desenvolvedoras de jogos, por varias questões, lançam seus jogos, de forma com que tenham um genero praticamente predominante, como Stealth, Ação, RPG, enfim, qualquer que seja o genero, justamente para o jogador pegar o game e saber o que tem que fazer;

Suponhamos que o jogador queira um grande jogo de espionagem, temos Metal Gear Solid, quer um grande jogo de Ação? Gears of War; Queremos um grande FPS, que tal a série Call of Duty? Pois é, esses são alguns dos varios games que poderiamos ter escolhido... Mas, e se a desenvolvedora resolve juntar praticamente todos esses generos num jogo só? E de forna consistente? Pois bem, essa foi a proposta da Square Enix desde o inicio da produção de Deus Ex: Human Revolution.


Preview: Deus Ex: Human Revolution - PC

Preview: Deus Ex: Human Revolution

Produção e distribuição: Square Enix

Também disponivel para: X360 e PS3

Genero: RPG/Ação/Stealth

Versão base para preview: Beta do jogo



Um conceito diferente... 

Hoje em dia, em jogos de ação no PC, o jogo se resume a um objetivo e normalmente a apenas uma forma de completa-lo; Você precisa invadir uma companhia conceituada afim de lhe roubar uma informação ou algum objeto critico que pode destruir o mundo, como você faz isso? Se o jogo for de ação, basta simplesmente matar todo mundo e ir lá pegar o dispositivo, se o jogo for Stealth, você terá que realizar a tarefa sem ser notado, se for um tipo de RPG, você provavelmente conseguirá usando a boa e velha conversa;

Apesar de existir todas essas possibilidades, todos sabemos que não há escolha a se fazer, se você jogar Call of Duty e querer executar inimigos silenciosamente, não durará muito certo, já que o proposito do jogo não é  rastejar por ai, é meter bala; Se for da linha Splinter Cell, você estará ciente que se for detectado, há uma grande chance de ser morto... Mas o que aconteceria se você pudesse simplesmente escolher?

Com certeza em algum momento, jogando um jogo como Modern Warfare, você se perguntou "mas como me viram?", é simples, o jogo é criado para você encontrar resistencia, logo, você não pode não ser detectado pois vai contra o proposito do jogo, é exatamente essa "regra" que Deus Ex vem bater de frente; Imagina um jogo na qual, em toda a campanha, você pode escolher o que fazer quando quer? Usar a melhor estrategia? Ser furtivo quando quiser e ser explosivo quando preferir? Pois bem, Deus Ex te da essa possibilidade; Mas enfim, como será que ficou? Ficou satisfatório? Não ficou? Pois bem, é o que você verá a partir de agora:

A escolha sempre é sua

Assim como prometido pela desenvolvedora, você pode, a qualquer momento, parar de se esconder e descer bala nos inimigos, ou ainda, fazer totalmente o inverso. A primeira missão do jogo funciona como um grande tutorial, onde não havia ataque corpo a corpo, então, ela serve apenas para te entreter com uma bela história, e te apresentar alguns comandos basicos do jogo...

A segunda missão - primeira oficial - já é mais livre; Lá sim, você é capaz de escolher entre atirar em todo mundo ou ir matando os inimigos de um em um. Antes do inicio da missão, lhe é perguntado como você quer abordar a missão em questão, vale lembrar que a abordagem se refere as armas que você vai portar, e não ao seu estilo, lhe é perguntado coisas como se você quer ou não ser letal, e, se você prefere armas de curto ou longo alcance;

Iniciou a missão? Lembre-se: O controle é seu, o que não quer dizer que a sua escolha seja a melhor; Assim como deveria ser, você pode ter sérios problemas em entrar numa sala com uns 5 inimigos e querer matar todos e sair vivo de lá, é muito mais provavel você terminar no chão do que os inimigos, então, mesmo a escolha sempre sendo sua, Adam não é um deus e tem que usar a boa e velha estrategia;

Aspectos tecnicos

Confesso que algumas imagens mostradas pela produtora quase chegaram a desanimar, falando da parte grafica do game, mas fique tranquilo, Deus Ex é um belo jogo graficamente falando, objetos bem desenhados e nitidos estão em todos os lugares, os personagens também são bem detalhados, inclusive você, com toda sua parafernalha. Os aspectos sonoros também são bons, reforçando a imersão do game;

Perspectivas de jogo

Talvez, ao acompanhar os gameplays da divulgação, provavelmente veio a sua cabeça "bom, devia ser em terceira pessoa", pode acreditar, essa afirmação esta totalmente equivocada. Sabe quando você olha para um local e vê um monte de inimigos e pensa "Vou passar na surdina e ninguém me verá"? Pois bem, nos momentos mais oportunos, pimba, o jogo fica em terceira pessoa. Então, ao ficar em cobertura ou resolver matar/derrubar um inimigo, o jogo ficará em terceira pessoa para você ver a cena. Então, passar pelos inimigos acabará se tornando mais facil do que você imaginava;

O conceito FPS é bem aplicado e admirado principalmente nos jogos de ação/tiro, mas é algo não muito usado no Stealth. Porem, com certeza é uma experiencia muito boa e real, contando a sua perspectiva. Se aproximar do inimigo se torna bem mais facil, já que você sabe exatamente onde esta e onde o inimigo está, fica mais facil para ver seus movimentos corporais - para tentar antecipar algum possivel movimento - e também para executa-lo.

Modos definidos

Durante a preview, um ponto era bastante observado: Temos esses dois gêneros bem colocados no game ou apenas um modo stealth/ação generico? Te deram a liberdade de escolha apenas para enfeitar o game mas priorizaram algum desses? Felizmente, a resposta é não. Não existe um modo que seja prioridade e realmente toda e qualquer escolha é sua. Isso não quer dizer que sua escolha seja indiferente, em alguns momentos durante nosso teste, ser sorrateiro simplesmente era uma má ideia, então, bastava entrar metendo bala em todo mundo, como também em outros momentos, tínhamos que eliminar alguns inimigos de uma area para facilitar nossa vida.

A grande vantagem é que não há um "erro critico na missão" se você for detectado quando não queria, se você se cansar de ser paciente e não estiver afim de esperar o inimigo se distrair, simplesmente meta bala na cara dele, sim, assim, simples e facil. É claro que terá consequencias, mas a grande sacada é: A escolha é sua. O modo Stealt é completo, você pode matar inimigos, apenas deixa-los inconcientes, esconder os corpos, vasculha-lhos, você pode jogar alguma coisa no chão e chamar a atenção deles, enfim, é um modo bem completo;

Se você preferir partir pra porrada também não está mau acompanhado, mas lembre-se, ao contrario de muitos jogos, você dificilmente será capaz de entrar numa sala cheia de inimigos, matar todo mundo e sair dando risada, mesmo usando o modo mais agressivo para cumprir a missão, Adam não é nenhum ser de outro mundo e acabá morrendo, então, saiba exatamente o que fazer e quando fazer para não falhar na missão.

Durante a campanha, o jogador coleta alguns creditos, que possivelmente serão uteis para serem gastos com melhorias para toda a parafernália que você carrega, isso com certeza pode ser muito interessante, visando principalmente algumas coisas, que veremos a seguir;

Pontas soltas

Bem, como já era de se esperar, nada é perfeito, e um jogo, pior ainda. Apesar de estar bem desenvolvido, ao jogo possui ainda algumas falhas.

O primeiro contato, pode ser o tanto quanto estranho para a maioria dos usuarios de PCs. Parte do mapa de teclas padrão do jogo é alterado ou adicionado mais itens, ou seja, nos seus primeiros passos, você vai acabar um pouco confuso quanto ao que tecla faz o que, já que parte delas, ou fazem duas coisas diferentes, ou estão fora do padrão, para beneficiar algo da jogabilidade.

É claro varias opções adicionais no jogo não é algo ruim, mas a principio, pode não ser tão amigavel para iniciantes, já que uma tecla, pressionada rapidamente e a mesma tecla, sendo mantida pressionada, tem  dois efeitos totalmente diferentes num local.

Modo bom, mas...

Apesar do já comentado bom e velho modo Stealth, encontramos algo um tanto quanto "estranho" quanto a jogabilidade do mesmo. Como é praxe em jogos deste genero, você se aproxima do inimigo pelas costas e efetua a morte silenciosa, até ai tudo bem, a não ser pelo momento em que, nos aproximamos de um inimigo, tentamos efetuar a morte discreta e recebemos uma informação de bateria fraca na tela, fui obrigado a recuar para não ser descoberto.

Então, ao que o jogo deixou a crer, você não pode efetuar muitas mortes silenciosas, já que elas gastam bateria da biotecnologia. Apesar de ataques interessantes usando a mesma, no caso de ausencia de bateria, poderia apenas ter uma morte "comum", ao inves de dizer a você que não pode efetuar o ataque por que a bateria acabou.

Espectativas... O que esperar?

Claro, a versão na qual efetuamos o teste é uma versão beta que provavelmente tende a ter varios itens modificados. Vale lembra que o jogo lança em mais de dois meses e que há tempo de se consertar alguns dos problemas do jogo, acreditamos que irão se concentrar em coisas como travamentos e bugs que podem vir a acontecer do que na jogabilidade em si que já está muito boa, Mas, não perdemos por esperar;

Particularmente, o jogo não deixou nenhum clima de "devia ter feito mais", o jogo é belo e faz bem ao que nos foi prometido; Infelizmente, não conseguimos testar a terceira forma de realizar uma missão, que seria utilizando os dialogos, já que, no nosso tempo de jogo, preferimos abordar itens que mais serão usados pelos jogadores, já que convenhamos, a ação faz parte do game!

Agora, é só esperar, Deus Ex Human Revolutin, que sairá para PC, X360 e PS3 entre os dias 23 e 26 de Agosto;

Analise: Shift 2 Unleashed - PC

Genero: Corrida/simulação


Desenvolvedora: Slightly Mad Studios


Distribuidora: Electronic Arts




Também disponivel para: X360 e PS3



Status: Superado






Shift novamente no pódio

Após alguns escorregões que quase fizeram com que a série Need For Speed tivesse um triste fim, a Slightly Mad Studios resolveu, em 2009, criar um dos melhores titulos do genero multiplataforma, este foi, Need For Speed: Shift. A série, meio novata ainda no meio da simulação, se mostrou forte com mais de 5 milhões de cópias vendidas... Como foi um dos titulos mais vendidos da série, uma sequencia foi anunciada, esta, chamada de "Shift 2: Unleashed".

Shift 2: Unleashed, veio com uma simples missão: Superar seu predecessor. Shift, que apesar de ser um titulo excelente para a plataforma, veio com alguns problemas e caracteristicas que irritavam os jogadores menos experientes - como o fato do carro sair sempre de traseira - Porem, e Shift 2? Como será que ficou o jogo? Pois bem, você acompanhará aqui...






O modo de apresentação do jogo é simples e bem familiar para os experientes; Isso quer dizer que o jogo tem inicio da mesma forma que o jogo anterior... Te jogam numa corrida de teste sem nenhum tipo de assistencia na condução e estipulam pra você o tempo para finalizar a corrida... Dependendo do tempo, ou seja, do seu desempenho, lhe é sugerido ativar algumas assistencias, e então, você pode novamente correr aquela corrida teste com as assistencias ativadas, visando verificar se a condução melhorou... Gostando ou não, basta alterar as definições.


A proxima corrida também é uma corrida de verificação, porem, para verificar seu modo de condução, mas agora comparando com a IA. A posição e o tempo na qual você completará esse desafio determinarão o level sugerido da IA para você finalmente poder realmente começar a campanha... Mas claro, como dito, é apenas uma sugestão, você pode livremente alterar o level e realizar novamente o teste... 






Shift 2 é muito similar ao primeiro jogo, ou seja, você não verá diferenças tão expressivas quanto gostaria - falaremos disso depois - alguns itens foram substituidos por outros similares, alguns foram removidos, e aprimorados...

O grande aprimoramento quanto ao jogo é o fato de termos corridas noturnas. Com certeza, uma corrida a noite muito belo aos olhos, alem de adicionar a tão adorada variedade ao titulo. Infelizmente, não podemos contar um sistema instavel quanto ao tempo, ou seja, não há aquela variedade temporal, de corridas na chuva, ou nas Endurences - Corridas de longa duração - poder chover ou ficar seco de repente, ou simplesmente vermos o tempo correr apenas olhando para o ceu, como foi visto em Gran Turismo - Exclusivo para o console da Sony - e F1 2010... 



Outra diferença relativamente boa está no sistemas de pontos. No primeiro Shift, para acessar determinadas areas - como corridas de nível mais avançado - era necessario você ganhar estrelas. Essas estrelas eram conseguidas de duas formas: Você as conseguia vencendo as provas - ou não, cada posição abaixo do pódio era uma estrela a menos - e também em objetivos extras, que você poderia completar durante a prova...

Esses objetivos eram variados, como atingir uma certa velocidade, andar no traçado, liderar a corrida por uma volta ou simplesmente realizar uma volta na pista num determinado tempo. Porem, tinha itens, como podemos dizer, "fora do estilo", para um jogo de simulação, como tirar um carro da pista, ou varios. Isso felizmente foi tirado, ao inves das estrelas, agora são pontos de experiencia - os famosos XP - e, os objetivos secundarios são mais reais para um jogo de corrida que visa a simulação...

A grande diferença aqui realmente é a falta dessas missões "esquisitas" - retirada muito bem vinda - já que, apesar de usar o sistema de experiencia para liberar carros, níveis mais avançados, não há muitas diferenças quanto ao sistema antigo






Outro diferencial quanto ao primeiro Shift esta na variedade. Desta vez, espere por um numero maior de carros, um numero maior de pistas, e felizmente, um numero maior de upgrade... Sem contar que a interface foi totalmente alterada, no menu inicial do game já lhe aparece as informações da campanha, podendo alterar os itens ali mesmo, no menu inicial do game... 


Apesar de algumas novidades, tudo é bem explicativo. Sempre tem os videos de introdução que contem informações sobre o novo quadro de desafio que vem a seguir... 


A parte tecnica do jogo, continua como vimos em Shift porem, com algumas melhoras. Ouvir os sons do carro e de tudo em volta em uma corrida é realmente uma experiencia unica em Shift - ter um som de qualidade ajuda - e no fim, tudo colabora para uma boa imersão. Os graficos, também tiveram alguma remodelação... No primeiro Shift, eles desenharam bem o primeiro plano do game e apenas "bordaram" o segundo, a parte externa da pista, como arvores e outros itens eram bem falsos e mostrava que estavam ali apenas pra não deixar a paisagem em branco... Agora, estão bem mais trabalhados, assim como a pista, e os carros em si






A aparencia de que na verdade você está jogando uma versão 1.5 de Need For Speed: Shift é clara, do inicio, ao fim;

Isso pode ser visto a todo momento, até nas mudanças realizadas, é notavel que está mais pra uma camuflagem do que para uma mudança em si. Só o inicio da campanha já demonstra isso, já que praticamente tem um "Flashback" atualizado do primeiro jogo, correndo praticamente no mesmo circuito, com o carro que tem um desempenho muito similar, logo depois você compra um carro, enfim, essa parte é praticamente um remake dentro do jogo. 


Como se já não bastasse, o modo campanha, todo seu funcionamento, é totalmente similar ao do primeiro jogo. Apesar de não utilizar as estrelas como metodo de avanço, o jogo utiliza o sistema de pontos, que é basicamente a mesma coisa... A diferença, é que em Shift 1, os níveis te permitiam conquistar estrelas para avançar, e em Shift 2, as estrelas foram removidas;





A física do jogo - falando especificamente dos contatos entre os carros - deixa o jogador totalmente perdido. A unica explicação lógica é que a física está separada em dois pontos: A fisica aplicada a seu carro e a física aplicada aos carros adversarios. 

Por exemplo numa curva... Se você tocar num carro adversario para tentar tirar vantagem do fato de estar indo por dentro da curva e mais rapido - o usando meio que como "freio" -, por mais leve que o toque seja, você vai rodar, e o adversario, provavelmente não sofrerá danos no seu curso... Porem, se for ao contrario, você está fazendo a curva e um carro acaba "te usando" para fazer a curva, você está perdido, por que na melhor das hipoteses vai pra fora da pista, e na pior, vai rodar lindo.


É claro que estamos falando de pequenos toques nos adversarios, não estamos falando em grandes impactos... 



No fim das contas e apesar dos problemas, Sim, Shift vale a pena... Se pudessemos concluir de uma forma simples, Shift 2 é o que deveria ser Shift 1... Todo um hype foi criado em volta de Shift 2, a propria produtora criou videos comparativos entre seus correntes diretos - Gran Turismo e Forza - e diretamente os chamou pra briga... 

Podemos sim concordar que grandes melhoras foram feitas, variedades, mas sempre achei errado a mesma atacar jogos de maior reputação e qualidade, o grande preço disso é simples, o jogador acaba criando espectativas demais e quando vê o produto final, vê que nada daquilo era realmente verdadeiro... Então, sempre é melhor cada produtora realizar o seu trabalho, lançar o seu jogo, e esperar que os proprios jogadores tirem suas conclusões...

Ao fim, Shift 2 Unleashed ofereceu uma campanha mais extendida de Shift com alguns aprimoramentos, então, se você gostou de Shift, provavelmente irá gostar da segunda versão do jogo, mas se você espera algo espetacular, algo totalmente inovador ou espera metade daquilo que vimos nos concorrentes, é melhor parar de esperar... 








Analise: Need For Speed: Hot Pursuit

 

Genero: Corrida

Distribuidora: Electronis Arts

Desenvolvedora: Criterion Games

Lançamento: 16 de Novembro de 2010

Também disponivel para: PS3 – X360

Jogo a superar: Série Underground e Most Wanted

Status: Não superado

 

  Sem Título-1

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As corridas de rua estão de volta…

Need for Speed, é uma franquia antiga pra quem curte o genero, a mesma, nasceu a mais de uma decada atrás, com lançamentos para 3DO e posteriormente para PS1. Mas foi no PlayStation 2 que a franquia ganhou milhares de fãs, graças a suas versões “Undergound” e “Most Wanted”. Ambos os jogos, até hoje, são considerados imbativeis pelos fãs. Depois de “Carbon”, Need for Speed foi se alterando radicalmente, passou pra corridas em circuito [versão “Pro Street] e depois retornou as pistas de rua com Undercover, mas não obteve sucesso.

Dos lançamentos que se sucederam, Need For Speed: Shift foi o que melhor obteve lucros, que assim como Pro Street, releva corridas “sérias” e mais profissionais, sem policias e derivados. Porem, para 2010, foi lançado Need For Speed: Hot Pursuit… Sim, o nome soa familiar, mas infelizmente, não é só isso que é familiar no titulo…

 

 

Aspectos tecnicos

Não há como negar, os graficos de Need For Speed: Hot Porsuit estão realmente muito bons. O trabalho com essa parte é visivelmente bom, não só a parte grafica nos carros, mas também nas pistas, nos ambientes… Tanto os reflexos, tanto as texturas, quanto os reflexos, estão bonitos de se ver. O trabalho realizado com os carros é de se saltar os olhos, os possantes estão maravilhosamente bem trabalhados, com reflexos, enfim, não há o que reclamar.

Claro, que pra tamanho cuidado com os graficos, não justifica “escorregar” na parte sonora do jogo, e felizmente, não o fez. Os sons dos carros, das pancadas e dos capotamentos estão com excelente qualidade, nessa parte, a Criterion Games fez e fez bem feito.

A jogabilidade do game é bem interessante, pela primeira vez na série, ser um “dentro da lei” conta com adições na jogabilidade nunca vistas na série, o que quer dizer que você pode agora, controlar a policia e fazer estrago com os corredores. Tapete de pregos, Pulso Eletromagnetico, enfim, tudo isso pode ser usado por você para atrapalhar os corredores. Vale lembrar que alguns desses recursos estão disponiveis também para os corredores.

Falando em jogabilidade….

A jogabilidade de Need For Speed: Hot Pursuit é distinta em ambos os lados em questão jogabilidade, mas o sistema de evolução é basicamente o mesmo. Você pode escolher a qualquer momento no menu principal de que lado quer jogar, ou seja, no mapa, aparecerão ambas as carreiras, você pode iniciar em uma, ir para outra, avançar nesta, voltar para a primeira, enfim…

O avanço funciona similar a “Split Second”, você vai correndo e vai acumulando pontos, conseguidos de formas diferentes, consegue pontos por vitória, e no fim, todos os seus pontos são acumulados e jogados na sua conta pessoal, com o passar das corridas e do acumulo de pontos, você vai conseguindo novos carros e novas “habilidades”, esse é basicamente o sistema de progresso do jogo.

Conforme você avança no sistema de niveis, as perseguições vão ficando mais dificeis e com carros melhores. Vale lembrar que os niveis são individuais, ou seja, você pode ser nivel 3 na carreira como corredor ilegal e nivel 15 como policial, ambos não são somados. Apesar de ser Need For Speed, não espere fazer curvas a 200km, a direção aqui é “pesada”, e mesmo passando longe de ser um jogo de simulação, você vai precisar de uma certa técnica pra não estraçalhar o carro… Vale lembrar que o carro tem sistema de danos, porem, eles não te tiram da corrida, só te “suspendem” por alguns segundos, e você volta a correr, mas claro, com uma certa desvantagem dos adversarios…

 

Já vi isso antes…

Como dito resumidamente, isso não é impressão sua. Se você é fã da série, jogou até titulos do saudoso PlayStation 1, vai notar certas “similaridades” com os mesmos.

Antes de mais nada: Os circuitos são fechados! Nada de continuar aquela perseguição incrivel que começou no inicio da corrida, ao passar a linha de chegada, acabou tudo, é como se fosse um jogo de corrida “convencional”, na qual chegar ao fim e ganhar – ou não – quer dizer necessariamente fim da corrida. Quem jogou os melhores titulos da série, sabe que terminar a corrida em primeiro lugar é apenas um dos objetivos e marca apenas o principio da diversão, já que em jogos tops da série anteriores, você tinha ainda que se evadir, ação que concentrava as vezes, mais diversão do que a propria corrida, e, eles removeram. Sim, você não leu errado, pode ter um monte de carros de perseguindo, ganhou? Chegou em segundo? Terceiro? Volte ao menu principal, tente novamente ou vá outra corrida.

Nada do seu jeito…

Infelizmente, a liberdade não foi a unica coisa que tiraram da série. Conseguiram tirar também a personalização, tão classica e basica numa série que visa corrida de rua. Até em Need For Speed: Shift, que é baseado em carros de circuito, tinha personalizações, mas aqui? Não, aqui não tem… A unica coisa que você pode fazer pra “personalizar” seu carro é alterar a cor dele, por que de resto? Fica nisso mesmo. Então, esqueça adesivos, esqueça varios estilos de pinturas, esqueça opções de tunar seu carro, por que, você não vai encontrar aqui…

Bom, baseando-se no sistema fraco de progressão de história – Convenhamos, é mutua a seguinte opinião: O sistema de moeda é bem melhor que o sistema de pontos em Need for Speed– seria impossivel mesmo haver upgrades no carro ou coisa do genero.  Em alguns jogos, até de genero similar, o sistema de pontos se aplicam, como o próprio Split/Second, que nada mais era um seriado que nas conquistas de pontos, te davam novos carros, porem, isso não se aplicaria aqui…

E mais uma vez, a EA “tocou” no seu jogo, fazendo alterações que muitos dos fãs não vão gostar… Tiraram a nossa liberdade, tiraram nossa personalização e ainda tiraram alguns aspectos da IA, já que, aparentemente, muitos dos atalhos das pistas estão disponiveis apenas para você, o que é ridiculo… Mesmo com os belos graficos, mesmo com o belo sistema de audio, e até mesmo com os belos carros disponiveis, nada justifica tirar dois dos fatores mais relevantes da série.

E afinal, vale a pena?

Ao meu entender, isso depende. Se você, tem Need for Speed: Most Wanted, ou o Carbon, ou o Undergound 2 como "tops” da franquia, Hot Pursuit vai ser um banho de agua fria, você não encontrará nenhum dos grandes aspectos destes jogos aqui. Se você espera um “remake” de versões passadas, você vai adorar o game.

Finalizando, os aspectos tecnicos do jogo são muito bons – apesar que os de Shift contam com incrimentações que não existem em Hot Porsuit – mas, dois dois grandes pilares da franquia foram removidos… Carros incriveis? Sim, eles estão no jogo, porem, todo o sistema de personalização, liberdade para correr a cidade, upgrades, foram removidos… Se vale ou não vale a pena? Dessa vez, a escolha será sua...

Sem título

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Analise: Call of Duty: Black Ops


Jogo: Call of Duty: Black Ops

Desenvolvedora: Treyarch


Distribuidora: Activision


Lançamento: 09 de novembro de 2010


Tempo para vicio: 15 minutos


Também disponivel para: X360 - PS3 - WII


Concorrente direto: Medal of Honor 2010


Status: Medal of Honor não supera Call of Duty: Black Ops









                                                            
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Um dos melhores jogos do ano finalmente aporta em todas plataformas... 

Desde seu primeiro titulo, Call of Duty sempre caminhou e evoluiu de forma constante e e consideravel. Apesar de sempre ter sido uma boa franquia, Call of Duty foi estourar mesmo após o lançamento de "Call of Duty 4: Modern Warfare". Após seu lançamento, qualquer noticia referente a lançamento da franquia faz muito barulho... Logo após o sucesso de COD4 - na qual até alguns desenvolvedores acharam que não aconteceria - foi anunciado que em 2008, o jogo voltaria para a segunda guerra mundial, e,  então, a Infinity Ward ficou fora da jogada e a Treyarch desenvolveu Call of Duty 5: World of War.

Muitos dos fãs ficaram desaminados, pois esperavam algo maior, algo como foi Call of Duty 4... Mas mesmo assim, as vendas foram satisfatórias. E finalmente em 2009, temos o maior lançamento desta area da história, o lançamento da continuação, Modern Warfare 2, na qual foi o maior recordistas em vendas e em reservas...

Problemas houveram e a parte "gold" da Infinity Ward se desligou da Activision, e a "missão impossivel" acabou ficando com a Treyarch, a missão era nada mais nada menos, que continuar com a franquia, mas agora como equipe principal de desenvolvimento, algo que sempre foi da Infinity Ward... A questão é: Como ficou? A Treyarch realmente é capaz de substituir a Infinity Ward?


Inicio frenético... 

Tutoriais? Aulas? Treino de tiro? Esqueça isso, o jogo terá um breve inicio e já te jogará no meio de inimigos e botará você pra correr. Um inicio assim, apesar de raro nos jogos - já que sempre tem os tradicionais tutoriais - porem, caiu muito bem ao inicio do jogo. Tal inicio e tal "queda" de cara com a ação, deixa o jogador um tanto quanto eufórico, louco para os videos de introdução e dialogos passarem o mais rápido possivel para ele finalmente poder entrar com tudo na ação e sair atirando loucamente.

Obviamente, isso poderia ficar um pouco confuso, mas, a não ser que Call of Duty seja o primeiro FPS que você jogou no PC em toda vida, as coisas são simples e padrão. Tanto a movimentação/troca de armas é padrão, então, itens de ação que "variam" de um game para o outro é mostrado ao gamer, como interação e uso de uma faca, por exemplo.

Só o inicio é frenético? Imagine... Você pode até perder o folego, mas o jogo? O jogo não perde não... As missões seguintes são compostas por mais ação ainda do que as primeiras, não deixando o jogador "sossegar" por um segundo se quer.

Excelente parte tecnica

Os gráficos de Black Ops saltam logo a vista... Tudo aqui é bem detalhado, os personagens, o ambiente, armas, enfim, o jogo é bem interessante e possui graficos e texturas bem trabalhadas. As explosões são um detalhe a parte, fumaça preta, barulho e poeira fazem parte delas, isso sem contar os efeitos sonoros, que se o jogador tiver um bom sistema de audio para acompanhar, vai coloca-lo praticamente no meio da guerra.

Missões "diferenciadas" para a série... 

Apesar da similaridade com Modern Warfare, as missões em si não são nem um pouco repetidas, muito pelo contrario, você fará coisas neste jogo que nunca fez na série, como fugas, e outras missões que deixarei pra você descobrir... Com certeza o grande acerto nisso tudo é que o jogo não perdeu sua identidade "Moderna", como fez COD5. Apesar do ambiente estar alterado, o fato do jogo se passar a algumas decadas atrás, Call of Duty mantem a linha de Modern Warfare, movimentação e estilo de jogo, apesar de uma engine diferente, não foram alteradas radicalmente, se você gosta de Modern Warfare pela parte tatica, vai gostar de Black Ops.



Infinity Ward? Treyarch? Modern Warfare? Como é?

Quem é fã da série a longa data sabe que as diferenças são notaveis, quando se trata de prioridade, jogabilidade, qualidade do jogo... Por coincidencia ou não, muitos players, preferem os jogos da série produzidos pela Infinity Ward e não jogam os que são produzidos pela Treyarch, ou simplesmente acham inferiores, e muitas vezes, sem saber da tal "diferença".

Quando Call of Duty 5 foi apresentado, os fãs cairam logo em cima por conta da "queda" da qualidade... A queda de COD 4 pra COD 5 foi enorme, mas não foi tão grande de MW2 pra Black Ops. Mais é ai que está o X da questão, Apesar de ser produzido por uma desenvolvedora diferente, grande parte da jogabilidade de Modern Warfare está presente lá...

É claro que mudanças foram feitas, adaptações, novidades, mas nada muda o fato e a impressão de "Modern Warfare 2.5". Isso ficou claro numa missão em que você controla uma moto, qualquer semelhança com a missão no Gelo de Call of Duty: Modern Warfare 2 não é mera coincidencia... Se você for um fã da série  e adorar os Modern Warfare, terá sempre a impressão de que Black Ops é um "flashback" de Modern Warfare, por tamanha semelhança. Black Ops é uma mistura de Call of Duty 5 com Modern Warfare, claro, a "mistura" ficou muito boa e com excelente qualidade, mas está claro a semelhança com a versão "moderna" do game, provavelmente pra não desanimar os fãs que a adoraram.

Travadas, lags...

Ao contrario das versões modernas do game - onde a queda era rara - aqui, há sempre uma pequena queda desempenho durante as missões, e em momentos mais improvaveis... Sabe aquela explosão que acabou de acontecer logo ali, ao seu lado? Não, ela não causará travadas, mas as vezes, uma simples movimentação de 2 ou 3 inimigos te causará esse infortúnio.

É, e a famosa IA... 

Apesar de não ser idiota demais como em alguns jogos, Call of Duty sempre foi marcado por uma IA de seus aliados como uma Inteligencia Artificial "sacana". O motivo é simples, em algumas ocasiões, eles vão entrar no meio do tiroteio e começar a matar os inimigos, eles não se protegem. Claro que muitos deles não morrem, mas mesmo assim tira a tão boa e velha realidade que sempre gostamos... De vez enquando também, lhe é dada a ordem de avançar, você da uma olhada leve na area e aparentemente está limpa, quando você da alguns passos, é supreendido com um tiro pelas costas, isso estava em Modern Warfare 2, e continua aqui.

E afinal, vale a pena?

Sim, vale a pena. Apesar de repetir parte da fornula, Black Ops continua sendo Call of Duty, e a jogabilidade que a franquia tem ficou praticamente inalterada. Se você hoje ainda joga COD4 pela jogabilidade, agora terá mais um jogo pra cutir.

Analise: FIFA11





Game: FIFA 2011

Desenvolvedora: EA Sports

Distribuidora: Electronic Arts

Lançamento: 28 de setembro de 2010

Tempo para vicio: 20 minutos

Também disponivel: X360 – PS2 – PS3 – DS

Jogo concorrente: Pro Evoluction Soccer 2011

FIFA Possui modo online

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Fã de futebol? Você DEVE dar uma olhadinha no game

Setembro: O MÊS de 2010?

Entre os doze meses do ano, temos meses bem mais recheados que outros, em quesito lançamentos de games. Enquanto tivemos um final de Agosto e inicio de setembro "morno" ou até mesmo gelado para os jogadores de PCs, o meio/fim Setembro parece querer compensar o "prejuizo" que tiveram os jogadores, já que não tiveram bons lançamentos nos ultimos dias - contando que o melhor lançamento recente foi Mafia 2, lançado dia 24 de Agosto, mas que vazou antes - Porem, como dito, o fim do mês virá forte, quer acompanhar os melhores lançamentos? Leiam a matéria até o fim...






Plataformas:  PC X360 PS3 Genero: RTS
Lançamento: 7 de setembro de 2010

R.U.S.E é um jogo de estrategia que, apesar do genero, visa mais a tatica de guerra do que a estrategia propriamente dita. Como a demo pode me mostrar, o jogador tem visão de um amplo campo de batalha, na qual pode ter combates espalhados por este campo, o jogador pode selecionar qual dos campos vai "aproximar", para poder trabalhar a batalha com mais precisão.

Tal jogabilidade é com certeza bastante diferente para os que tem problemas para adaptar mudanças bruscas na jogabilidade, ou simplesmente, pra quem prefere uma briga mais direta. R.U.S.E pelo menos a primeiro contato, não me agradou muito, mas questões pessoais não entram em questão aqui.


Analise: Singularity - PC



Gênero: FPS/Ficção cientifica/Terror

Desenvolvedor: Raven Studio

Distribuidor: Activision

Tempo de aprendizado: 20 minutos

Também disponível para: X360 e PS3

Lançamento: 29-06-2010


Apesar de boas escorregadas, Singularity agrada quem curte e chama atenção de quem não curte o genero









Análise: Red Dead Redemption - Xbox 360


Red Dead Redemption
Um GTA IV no faroeste... só que mais divertido!

Genero: Ação e aventura em "open world"


Desenvolvedor: Rockstar San Diego


Distribuidor: Rockstar Games


  RDR possui modo Multi-Player


Tempo para vicio: 5 minutos


Lançamento: 18 de maio de 2010


Disponível para: Xbox 360 e Playstation 3.

 
um jogo viciante para qualquer um!
História 
Nota: 10
Red Dead Redemption (RDR), se passa, claro, no Faroeste Americano, o personagem principal é John Marston, um ex-fora-da-lei que sossegou, e resolveu fazer as pazes com a sociedade. Só que devido alguns problemas envolvendo seu passado, é obrigado a deixar sua família para viver sozinho, no deserto, com uma nova vida, fazendo diversos trabalhos, para Xerifes, donzelas, velhos perdidos no deserto, domadores de cavalos, e etc.
Cenário
Nota: 9,5
O cenário do jogo, como já dito, é um típico antigo faroeste americano. Cenários vastos e bem feitos, dão a exuberância gráfica em RDR. O cenário contém inumeros detalhes, como cães passando por algumas ruazinhas, cavalos “estacionados”, pessoas conversando, lojinhas, farmácias, e claro, uma pequena delegacia para cada pequena cidade de RDR. O único pecado, é que as cidades são bem pequenas, tudo bem que é algo típico da época, mas acho que poderiam ser um pouco maiores.
mapa de Red Dead Redemption
Gráficos
Nota: 10
Enquanto à beleza do jogo, não há do que se reclamar, é surpreendente cada detalhe, e a notável evolução da Engine Rage, que pela primeira vez, é usada em vegetações. Os detalhes são tão impressionantes, que no ínicio, eu ficava cavalgando devagar, para observar os músculos do cavalo se contrairem. Ou andando à pé pelas cidadezinhas, observando os movimentos realistas do personagem, e o clima de faroeste que o jogo tinha, como poeira passando, “pedaços de palha” passando na sua frente, e todo aquele clima de faroeste americano. Uma das melhores coisas, é ir para um precipício, a beira do rio, e observar o sol, a vegetação, o rio, os reflexos na água, e toda beleza do jogo.



Ambientação
Nota: 9,5
O jogo se comporta de forma impressionante, enquanto você cavalga pelas cidades, é possivel ver a naturalidade que as coisas acontecem, em alguns clubes, tem pessoas jogando poker, ou outras tomando uma pinga no boteco da esquina, e claro, algumas coisas “esquisitas” acontecem, que podem te ajudar, como por exemplo, uma mulher apanhando de um bebum qualquer, se você matar o cara, a mulher fica grata, sua fama na cidade aumenta, e sua “honra” recebe pontos positivos.

Jogabilidade
Nota: 9,7
No quesito jogabilidade, o jogo é quase impecavel. Você tem uma infinidade de coisas para fazer, coisas bem divertidas, divertidas mesmo, você pode cavalgar pelos cenários, ou jogar uma partida de poker com de “machões”. Ou simplesmente tomar umas e outras no boteco da esquina, sequestrar alguém, amarra-lo, e colocar na garupa do cavalo, levar pro meio do deserto, e fazer umas atrocidades, que fará a vítima “se cagar de medo”. Ou ir até a delegacia, e caçar o “procurado”, do cartaz receber sua recompensa, e ganhar mais fama, e “honra” positiva. Assaltar uns bancos, ou impedir que eles sejam assaltados. Apontar uma arma para uma pessoa no meio da rua, e assim “desafia-la” a um duelo, ou pedir seu dinheiro, fazendo um roubo à mão armada! Caçar uns animais, entre muitas outras coisas.
 levando um no barbante!
Outra coisa interessante, é que você pode ter uma boa, ou má reputação, com um medidor de “honra”, que pode ser positivo, ou negativo. Sua fama é determinante para como as pessoas se comportam ao te ver. Algumas podem correr de medo, ou “tirar o chapéu” para você, te comprimentando pelo pelo trabalho prestado ao Xerife.
 Arrancando a pele de uma caça, que pode ser vendida em um armazém.
Porém... Não dá para nadar! Hahaha! Mas quem se importa com isso, quando se tem tantas coisas bem mais divertidas para fazer?
Conclusão
Sem dúvidas, Red Dead Redemption, é um título que vale cada centavo investido, belo, divertido, realista, e bem ambientado, torna de mais essa obra prima da Rockstar Games, um game essêncial para os donos de Xbox 360 e Playstation 3.

Nota Final: 10
À tempos não via um jogo tão divertido. Não tem como dar menos!

Feito por: F. Matheus